sábado, 18 de abril de 2009


Hoje senti eu doce sabor


Foi diferente, novo e inexplicavel


Minha expactativa só aumentou


E o desfecho fez se inevitavel




Neguei o a principio


Pois sabia que seria o unico afinal


- Pra que tentar? assim pensei


Contra o meu desejo firmemente lutei



Ma logo me enteguei


Seria mais um beijo comum


Mas com amor foi o primeiro, o numero um


Foi então que a beijei




Foi tudo como em sonho


Olhei a nos olhos e sorri


Fechei os olhos com medo


Mas quando abri , ela ainda estava ali




Depois de tantos iguais , esse foi diferente


Senti crescendo esse sentimento de um modo ardente


Foi um beijo simples, por um átimo te amei


O tempo suficente pra confirmar o que ainda duvidava


Gosto tanto dela, quase disse que a amava.




Luiz Antonio Freitas-17-04-09




A coisa mais triste que existe


" Há coisa mais triste que um palhaço triste?

Aquele que faz sorrir e se vê a chorar

O ser mais feliz que existe

Sim, ele é capaz de amar


Das cambalhotas as piruetas

Roda, gira e faz encantar

O rosto triste é capaz de alegrar

Mas o coração do palhaço triste esta


Cobrindo a face com tinta e pancake

Alegres cores de vinis

O palhaço ainda está triste

A coisa mais triste que existe


Em seu ultimo ato em desespero

Encheu as mãos de tinta branca

Deixou a face mórbida e franca

Sem pensar mostrou se rosto verdadeiro


Um palhaço também ama

E tem sonhos comuns

Esse palhaço por te amar te chama

Queria ser pra você, não só mais um


A tinta no rosto o feriu

Pelas lágrimas que rolaram por amor

O amor que em silêncio o palhaço sentiu

A coisa mais pura triste que existe

È o amor que dentro do palhaço existe."



Luiz Antonio Freitas-16-04-2009






terça-feira, 14 de abril de 2009

"Sentidos desentidos"

A voz que não fala
Tem medo do que diz
A voz que não se cala
fala por ser feliz

O corpo que não anda
Parado e ninguém o sente
O corpo que não para
Exausta o corpo e faz feliz a mente

Os olhos que não enxergam
Um mundo maravilhoso
Os olhos que vêem e as flores regam
Faz de um jardim um belo poço

Os sorrisos que não se abrem
Pela feiura ou por outrem
E o sorriso amarelo
Que se diz sempre sincero

Aos braços que se negam ao calor de um abraço
não falam, não andam, nem enxergam
O abraço que se nega a alguém
è o sorriso que se nega a alguém

Luiz Antonio Freitas-14-04-09