Agora eu acordei
Não sinto minhas asas
Sinto os meus braços pesados
Feridos machucados
Sinto me inutil
Não cosigo voar
Perdi minhas asas
Perdi voando em algum lugar
Me sinto covarde por não tentar
Mas perdi minhas asas, não posso voar
Seu sofrimento me machuca
Mas onde estão minhhas asas?
Minhas assas eram escudos contra solidão
voava com elas não via o chão
Hoje estou nú, não posso te proteger
Contra os pingos da chuva só resta se esconder
Covarde inutil
Perdi minhas asas
Perdi voando por ai
Perdi por algo tão futil.
21-12-2008
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
" Ruidos estranhos"
Não gosto mais de musicas
Ultimamente só as ouço por ouvir
Para tapar so buracos do silêncio
O silêncio que ficou depois de sua partida
Ruídos estranhos
Letras bonitas não fazem sentido
Rimas e versos são escondidos
Não fazem sentido, são só ruidos
Ruidos que tapam buracos
Sons que não deixam o silêncio permanecer
Em um buraco vazio
Que só pode ser preenchido por você
As musicas sempre vão tocar
Eu vou ouvi-las
Pra esquecer do silêncio
Que marcou o abraço da despedida.
23-12-08
Ultimamente só as ouço por ouvir
Para tapar so buracos do silêncio
O silêncio que ficou depois de sua partida
Ruídos estranhos
Letras bonitas não fazem sentido
Rimas e versos são escondidos
Não fazem sentido, são só ruidos
Ruidos que tapam buracos
Sons que não deixam o silêncio permanecer
Em um buraco vazio
Que só pode ser preenchido por você
As musicas sempre vão tocar
Eu vou ouvi-las
Pra esquecer do silêncio
Que marcou o abraço da despedida.
23-12-08
"Lágrima de amor"
Naquela tarde o vento estava forte
Bateu em meus olhos
Fez uma lágrima se formar
Ao contrário de muitas outras
A lágrima não era comum
Era como um cisco que parecia nunca sair
A lágrima aumentou
Mas não escorria
Os olhos cheios de lágrimas escondia o que sentia
A lágrima não escorria
Foi quando você aparceu
E finalmente a lágrima andou sobre meu rosto e escorreu
Descobri por que a lágrima era diferente
Era uma lágrima de amor
Lágrima que só em poucos olhos se enchem.
14-12-08
Bateu em meus olhos
Fez uma lágrima se formar
Ao contrário de muitas outras
A lágrima não era comum
Era como um cisco que parecia nunca sair
A lágrima aumentou
Mas não escorria
Os olhos cheios de lágrimas escondia o que sentia
A lágrima não escorria
Foi quando você aparceu
E finalmente a lágrima andou sobre meu rosto e escorreu
Descobri por que a lágrima era diferente
Era uma lágrima de amor
Lágrima que só em poucos olhos se enchem.
14-12-08
"E só...dói"
Mais sufocante que um filme de amor com final triste, dói
Mais intrigante quento uma musica solada em ré, dói
Mais forte que os versos mais apaixonantes de um poesia , dói
Mais angustiante que todas as esperas
O tempo passa sem parar
As noites de insônia demorão terminar
E só... dói
Os sonhos não vem
è tão simples fechar os olhos e sonhar
Mais a insonia machuca aperta
E o coração bate forte e dói
Ansioso esperarei
Por ao menos mais uma vez
Olhar teu corpo e ouvir tua voz
Acabar com essa dor que aperta e dói.
Mais intrigante quento uma musica solada em ré, dói
Mais forte que os versos mais apaixonantes de um poesia , dói
Mais angustiante que todas as esperas
O tempo passa sem parar
As noites de insônia demorão terminar
E só... dói
Os sonhos não vem
è tão simples fechar os olhos e sonhar
Mais a insonia machuca aperta
E o coração bate forte e dói
Ansioso esperarei
Por ao menos mais uma vez
Olhar teu corpo e ouvir tua voz
Acabar com essa dor que aperta e dói.
Correndo na chuva
Ando sozinho
Pois o mundo me abandonou
Corro na chuva
Poi é só o que restou
O sol me abandonou
Por onde ando só a escuridão
A sombra da chuva me acompanha
Tapando o vazio do coração
Quanto mais ando na chuva
Mais seco estou
Só a sombra me acompanha
Até as gotas dágua da chuva se esgotou
Cansado e sozinho
Vivo correndo perdido
Correndo na chuva
Atrás dos sonhos por quem ainda vivo.
Pois o mundo me abandonou
Corro na chuva
Poi é só o que restou
O sol me abandonou
Por onde ando só a escuridão
A sombra da chuva me acompanha
Tapando o vazio do coração
Quanto mais ando na chuva
Mais seco estou
Só a sombra me acompanha
Até as gotas dágua da chuva se esgotou
Cansado e sozinho
Vivo correndo perdido
Correndo na chuva
Atrás dos sonhos por quem ainda vivo.
"vou te ver dinovo"
Vou te ver dinovo
Vou ficar feliz
Como não ficar?
Não sei como vai ser
Tocar suas mãos
sentir seu cheiro
Me perder em um delirante abraço
Vou dinovo ouvir sua voz
Vou olhar no fundo dos seu olhos
Na esperança de encontrar um sinal
Apenas um sinal de afeto
Nãos sei se falarei o que sinto
Afinal, pode ser a última vez
Mas a expectativa, a indecisão
Vou te ver dinovo
Não sei como te direi adeus
Adeus para sempre?
Adeus pela segunda vez
Adeus apaixonado , um adeus e um abraço apertado.
Vou ficar feliz
Como não ficar?
Não sei como vai ser
Tocar suas mãos
sentir seu cheiro
Me perder em um delirante abraço
Vou dinovo ouvir sua voz
Vou olhar no fundo dos seu olhos
Na esperança de encontrar um sinal
Apenas um sinal de afeto
Nãos sei se falarei o que sinto
Afinal, pode ser a última vez
Mas a expectativa, a indecisão
Vou te ver dinovo
Não sei como te direi adeus
Adeus para sempre?
Adeus pela segunda vez
Adeus apaixonado , um adeus e um abraço apertado.
" Reviver esse amor"
Reviver esse amor
Será que fiz tudo certo
O que me preocupa é sua reação
Te fiz sorrir
Sorri com você
Falei coisas que acreditei
Sonhei com você
Acoredei com seu perfume
Gritei feliz ao te encontrar
Balançei meus braços
Tremi minhas pernas
Gaguejei, por você
Queria ver você a todo instante
Te encontrara por acaso
Andava te procurando por todo lado
Sonhei acordado
Senti seu corpo perfumado
Toquei seu cabelos encaracolados
Fiquei feliz só por estar do seu lado.
Será que fiz tudo certo
O que me preocupa é sua reação
Te fiz sorrir
Sorri com você
Falei coisas que acreditei
Sonhei com você
Acoredei com seu perfume
Gritei feliz ao te encontrar
Balançei meus braços
Tremi minhas pernas
Gaguejei, por você
Queria ver você a todo instante
Te encontrara por acaso
Andava te procurando por todo lado
Sonhei acordado
Senti seu corpo perfumado
Toquei seu cabelos encaracolados
Fiquei feliz só por estar do seu lado.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Se um dia lembrar de mim

Se um dia lembrar de mim
Se um dia lembrar de mim
Vai ver que o sol já não brilha mais
Vai ver que o cinza da chuva tomou conta do céu
Vai sentir de leve um vento gelado
Se um dia lembrar de mim
Vai saber porque gostava de tomar banho de chuva
Por que preferia o frio ao calor
A escuridão a luz
A solidão ao amor
Se um dia lembrar de mim
Vai saber porque esperava ancioso pelo cinza da chuva
Por que não percebia a beleza das gotas que desenhavam ondas sob meus pés
Por que não admirava o reflexo de um espelho dágua em uma poça
E só...corria.
O vento gelado, a cor da chuva
E até mesmo as ondas sob meus pés
Não farão mais sentido...
Se um dia lembrar de mim.
Luiz Antônio Freitas-19-11-08 -Cuiabá
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