quinta-feira, 19 de março de 2009

Finda minh´alma


Perdoa minh´alma
Meu corpo jaz e padece
As mãos estão geladas
Nem de fogo se aquecem

Estou perdido dentro de mim
Em meu próprio labirinto da morte
Dialogante espero o fim
Para uma vida de pouca sorte

Não desisti porém de viver
Só espero a sua hostil chegada
Sei que o mundo vai me esquecer
Perdoarão então minh´alma...

Longe estático e acalmada
No ritmo das forças de meus batimentos
Enfim chegou o momento
A voz se cala e finda se minh´alma.

Luiz Antônio Freitas 19-03-09

4 comentários:

Mariza Resplandes disse...

Volta... volta alma... posso sentir os teus batimentos.

^^
Bjuuu

Luiz Toin disse...

Sente? mas eles não batem com tanta força... sente necessidade de um motivo a bater mais forte... a vida sem sorte...

Mariza Resplandes disse...

Criemos o motivo baby.
Sorte é apenas detalhe...
escondes teu sorriso? teu charme, teu groove?
Coração grita!

Autora disse...

Teus poemas são ótimo !