
Perdoa minh´alma
Meu corpo jaz e padece
As mãos estão geladas
Nem de fogo se aquecem
Estou perdido dentro de mim
Em meu próprio labirinto da morte
Dialogante espero o fim
Para uma vida de pouca sorte
Não desisti porém de viver
Só espero a sua hostil chegada
Sei que o mundo vai me esquecer
Perdoarão então minh´alma...
Longe estático e acalmada
No ritmo das forças de meus batimentos
Enfim chegou o momento
A voz se cala e finda se minh´alma.
Luiz Antônio Freitas 19-03-09
Meu corpo jaz e padece
As mãos estão geladas
Nem de fogo se aquecem
Estou perdido dentro de mim
Em meu próprio labirinto da morte
Dialogante espero o fim
Para uma vida de pouca sorte
Não desisti porém de viver
Só espero a sua hostil chegada
Sei que o mundo vai me esquecer
Perdoarão então minh´alma...
Longe estático e acalmada
No ritmo das forças de meus batimentos
Enfim chegou o momento
A voz se cala e finda se minh´alma.
Luiz Antônio Freitas 19-03-09


4 comentários:
Volta... volta alma... posso sentir os teus batimentos.
^^
Bjuuu
Sente? mas eles não batem com tanta força... sente necessidade de um motivo a bater mais forte... a vida sem sorte...
Criemos o motivo baby.
Sorte é apenas detalhe...
escondes teu sorriso? teu charme, teu groove?
Coração grita!
Teus poemas são ótimo !
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